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Delegada da DEP de Manacapuru participa do Fórum de Exploração Sexual Infantil, em São Paulo

A Polícia Civil do Amazonas, representada pela delegada Roberta Merly Farias, titular da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru, município distante 68 quilômetros em linha reta da capital, participou quinta-feira, dia 18, a convite do jornal Folha de S.Paulo e do Instituto Liberta, do Fórum de Exploração Sexual Infantil, no Centro Cultural Unibes, localizado na Rua Oscar Freire, em São Paulo (SP).

O evento teve início às 9h e encerrou as 17h45, reuniu diversas autoridades, dentre juízes, promotores e procuradores de Justiça, além de psicólogos, sociólogo, empresários e a cantora Fafá de Belém. De acordo com a autoridade policial, o evento teve como objetivo mostrar à sociedade brasileira a grande relevância da discussão do abuso e a exploração sexual, crimes que atingem milhares de crianças e adolescentes no Brasil.
A delegada Roberta Merly participou da Mesa 3, que discutiu o tema “Rede de Proteção à Criança” e, também, contou com a presença do juiz Coordenador da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, Eduardo Rezende Melo, promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Danielle Martins Silva e do presidente da Comissão Regional de Direitos Humanos da Polícia Rodoviária Federal de São Paulo (PRF-SP).

No encontro, a delegada de DEP de Manacapuru chamou atenção da plateia presente para a necessidade das autoridades de ampliar as discussões em torno da prevenção do crime de exploração sexual de crianças e adolescentes. “Tão importante quanto combater o crime, é preveni-lo. E prevenção só conseguimos fazer através de informação e conscientização de todos os atores da sociedade”, observou a autoridade policial.

Roberta Merly informou que, todos os meses, a Polícia Civil do Amazonas promove, por meio de programas sociais, como o Programa de Prevenção, Respeito, Orientação, Vida, Independência, Dignidade e Amor (Pró-Vida), ciclos de palestras em escolas da capital e do interior envolvendo pais, alunos e professores, sobre várias temáticas, como drogas, bullying, violência doméstica e abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

A autoridade policial disse que, nessas ações sociais, a Polícia Civil mostra para a criança e para o adolescente que eles são titulares de direito e como tal devem fazer valer esses direitos.