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Coral da Polícia Civil do Amazonas intensifica ensaios para futuras apresentações na capital

Criado em 2016, com o objetivo de promover a saúde psicossocial dos servidores, o Coral da Polícia Civil do Estado, formado por 20 coralistas, entre funcionários da instituição, aposentados e uma policial militar da reserva, tem intensificado os ensaios para futuras apresentações em eventos da Delegacia Geral e grupos parceiros. A afirmação é da investigadora de Polícia Greicy Nobre, lotada no Departamento de Controle e Avaliação (DCA).

(Foto: AIPCAM)

Os ensaios, de acordo com Nobre, acontecem às quartas-feiras, das 17h às 18h30, no Auditório José Elcy Barroso Braga, nas dependências da Delegacia Geral, no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste da capital. Para a investigadora, os encontros são marcados por muita descontração e interação entre os servidores, fazendo com que o estresse e a ansiedade do dia a dia sejam minimizados.

“Esse projeto alcança, além de policiais civis, servidores estatutários, cargos comissionados, terceirizados, estagiários, prestador de serviço e até mesmo dependentes de servidores, tanto que nós temos um investigador que vem com a esposa, que não trabalha na instituição, mas também faz parte do coral. Temos, ainda, a participação de alguns servidores já aposentados, que acabam não perdendo o vínculo com a instituição que prestaram serviços por anos”, argumentou Greicy.

A investigadora ressaltou que a partir de parceria firmada há dois meses com o Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Amazonas (Sinpol-AM), os dirigentes da associação assumiram as despesas com os honorários do maestro Dorivan Leite, que comanda o coral, sob a coordenação do diretor do DCA, delegado Paulo Sampaio.

(Foto: AIPCAM)

Perfil - O trabalho desenvolvido pelo maestro e pianista Dorivan Leite não exige vozes prontas para um coral de grande porte. A seleção, segundo ele, é feita apenas para definir em quais grupos as vozes selecionadas se encaixam, os de tenor ou baixos. Dorivan esclareceu, ainda, que por se tratar de um grupo sem estudo musical, as exigências não são radicais. Ele afirmou que os coralistas são encaixados nas vozes que mais combinam, conforme os treinos vão acontecendo. 

“A única seleção que eu faço é para definir onde eles vão ficar. Eu não faço uma seleção de corte entre os participantes. A seleção é feita pra definir onde melhor se encaixam e os indefinidos vão cantando e com o tempo vão pegando o ritmo e a melhor voz. O projeto musical foi aprovado e hoje é desenvolvido um trabalho que traz resultados positivos a todos que participam, especialmente à Polícia Civil”, explicou o maestro.

Sônia Mota, 55, tenente-coronel da reserva da Polícia Militar do Estado (PMAM), aprovou a iniciativa. Para ela, a diversidade de pessoas que esse tipo de atividade reúne proporciona uma melhoria na vida pessoal e interpessoal de cada indivíduo que participa. “É muito gratificante. Nos mostra uma qualidade de vida paralela ao trabalho que desenvolvemos na rua. Alivia o estresse e proporciona uma interação entre as Polícias Civil e Militar do Estado, ainda mais hoje em dia, que já sou aposentada”, pontuou.   

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