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Titular da Delegacia Interativa divulga balanço de registros em sistema de bloqueio de celular lançado pela SSP-AM

A Polícia Civil do Amazonas, por meio do delegado Gesson Aguiar, titular da Delegacia Interativa (DI), divulgou nesta sexta-feira, dia 31, o balanço de solicitações de bloqueio de celular nos primeiros quarenta dias de utilização de sistema lançado no dia 13 de fevereiro deste ano, pelo secretário Sérgio Fontes, da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). Conforme Aguiar, até a presente data foram realizadas mais de 850 solicitações de bloqueios de celulares roubados ou furtados.

O titular da DI ressaltou que o sistema permite o bloqueio, junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de aparelhos celulares roubados ou furtados ainda na realização do Boletim de Ocorrência (BO), em todos os Distritos Integrados de Polícia (DIPs) de Manaus, Delegacias Especializadas da capital e do interior, no período de 24h. O serviço também está disponível no site da especializada: www.delegaciainterativa.am.gov.br. 

De acordo com o delegado, o sistema tem o objetivo de reduzir o comércio ilegal e, consequentemente, inibir os casos de roubos e furtos de celulares, desestabilizando assim, a prática ilegal. Gesson Aguiar argumentou que a partir do momento em que o celular fica inoperante, por conta do bloqueio, também é perdido o valor de comercialização.

“O que nós esperamos é que o novo sistema de bloqueio provoque o aumento de registros de roubos e furtos de celulares nas delegacias. Quando as pessoas entenderem que podem impedir o uso do seu aparelho após o crimes, elas têm uma motivação a mais para registrar o BO e isso tende a aumentar os registros nas unidades policiais”, declarou o delegado.

A autoridade policial destacou, ainda, que a medida é tratada como política pública de Segurança, pois muitos estados brasileiros que adotaram o sistema tiveram uma redução significativa dos índices de crimes de roubos e furtos de celulares.

Gesson Aguiar reforça a importância da vítima fazer o registro do roubo ou furto do celular e, consequentemente, o bloqueio. “A Segurança Pública necessita dessas informações para mapear as áreas onde estão ocorrendo maior incidência desses crimes. Estando em posse dessas informações as polícias programam ações nesses lugares para coibir a prática criminosa e tentar recuperar os aparelhos roubados ou furtados”, disse.

O delegado lembrou que caso a vítima não registre ou solicite o bloqueio, eles não têm como identificar o dono e devolver o aparelho subtraído. “Quando a polícia programa suas operações e consegue reaver alguns aparelhos, não tem como identificar o proprietário de determinado aparelho recuperado se não existe registro. Em função disso, não consegue devolver o celular ao verdadeiro dono”, explicou.

A DI está situada no prédio da Delegacia Geral, localizada na Avenida Pedro Teixeira, nº 180, bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste da capital.

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