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Delegadas titulares da DECCM-Anexo e Deaai ministram palestras em escolas no bairro São José

Débora Mafra, titular da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher. (Foto: Erlon Rodrigues)

A Polícia Civil do Amazonas, representada pelas delegadas Débora Mafra e Elizabeth Paula, titulares, respectivamente, da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher – Anexo (DECCM-Anexo) e Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai), ministrou nesta quarta-feira, dia 31, palestras para gestores, professores, estudantes e pais de alunos de duas escolas da rede pública estadual, situadas no bairro São José, zona Leste da cidade.

Delegada Débora Mafra à esquerda (Foto: Divulgação)

A ação faz parte do projeto “Caravana da Cidadania nas Escolas e Comunidades”, idealizado e mantido pelo delegado-geral da Polícia Civil do Amazonas, Francisco Sobrinho, e tem por objetivo principal o combate ao uso de drogas e mostrar a importância da participação da família na vida escolar dos estudantes.

A titular da DECCM-Anexo, Débora Mafra, palestrou na manhã de hoje, às 8h, na Escola Estadual Roderick Castelo Branco, situada na Rua 12, bairro São José. A delegada discorreu sobre temas distintos, como a violência doméstica, tráfico de drogas e a exploração sexual infantil e ainda orientou pais de alunos que tomassem cuidado com os filhos em relação às drogas.

“Foi uma conversa para falar sobre a segurança pública e a solidariedade da família, para que possamos evitar os crimes de violência doméstica e da exploração infantil.  Orientei os pais que eles tenham uma atenção maior com os filhos, para que eles não encontrem o caminho das drogas. Foi muito gratificante ver a participação e a felicidade das pessoas com as orientações que tive a oportunidade de repassar” argumentou Débora Mafra.

Elizabeth de Paula, titular da Deaai, ministrou palestra às 14h, na Escola Estadual Professora Bernadete do Socorro Trindade da Rocha, também localizada na Rua 12 do bairro São José. Conforme a delegada, a ênfase do diálogo foi o estupro de vulnerável e abuso sexual, que é muito comum nas comunidades carentes, ressaltando que o estupro não é somente a conjunção carnal, mas todo ato libidinoso.

"A ênfase do diálogo foi o estupro de vulnerável e abuso sexual, que é muito comum nas comunidades carentes" (Foto: Divulgação)

“É interessante reforçar para as mães que conversem com suas filhas sobre relação sexual, para que haja uma troca de experiência e que fiquem em alerta quando ao crime de abuso sexual. Enfatizei que hoje em dia, o estupro não é somente algo muito violento, como antes costumava ser considerado, hoje, qualquer ato libidinoso é considerado estupro de vulnerável e é crime” finalizou a titular da Deaai.

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